Quarta-feira, Janeiro 28, 2004
...
Estou mal, triste. Todo dia morre um pedaço de mim, mas ontem um pedaço maior que o normal se foi. Estarei longe por uns tempos...sentirei saudades.
Estou mal, triste. Todo dia morre um pedaço de mim, mas ontem um pedaço maior que o normal se foi. Estarei longe por uns tempos...sentirei saudades.
Segunda-feira, Janeiro 26, 2004
Mazela
Fui fazer minha tatuagem na sexta-feira lá na convenção de tatuadores que estava tendo no Sebrae. Depois de muito andar e ver gente estranha decidi o que ia fazer e onde. Agora só faltava resolver um pequeno problema de origem patológica.
- Eu tive uma alergia a uma tatuagem temporária que fiz uma vez. Você acha que tem algum problema?
- Rapaz, eu faço tatuagem a 10 anos e nunca ocorreu nada, mas há um pequena probabilidade. Você tem alergia a alguma outra coisa?
- Não, só aquela tinta.
- Eu acho que não tem problema, mas a responsabilidade é sua.
- Qual a probabilidade que você disse que podia ocorrer algum problema?
- Mínima.
Nesse momento eu lembrei que, como todo mazela que se preze, não posso me deixar levar pela análise estatísticas daqueles que apanham menos que eu. Dessa forma eu tive que recuar e vou ter que ir fazer um exame antes em um dermatologista. Snif...
Fui fazer minha tatuagem na sexta-feira lá na convenção de tatuadores que estava tendo no Sebrae. Depois de muito andar e ver gente estranha decidi o que ia fazer e onde. Agora só faltava resolver um pequeno problema de origem patológica.
- Eu tive uma alergia a uma tatuagem temporária que fiz uma vez. Você acha que tem algum problema?
- Rapaz, eu faço tatuagem a 10 anos e nunca ocorreu nada, mas há um pequena probabilidade. Você tem alergia a alguma outra coisa?
- Não, só aquela tinta.
- Eu acho que não tem problema, mas a responsabilidade é sua.
- Qual a probabilidade que você disse que podia ocorrer algum problema?
- Mínima.
Nesse momento eu lembrei que, como todo mazela que se preze, não posso me deixar levar pela análise estatísticas daqueles que apanham menos que eu. Dessa forma eu tive que recuar e vou ter que ir fazer um exame antes em um dermatologista. Snif...
Eu queria escrever igual a ele
Mirtes não se agüentou e contou para a Lurdes:
- Viram teu marido entrando num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio.
- Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretíssimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou por quê.
- Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a
mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretíssimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o
que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso
casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa com
as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio.
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que,
como meu amigo, tinha que contar.
- O quê?
- Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a
motel com a minha própria mulher? Desculpe, Lurdes, mas...
- O quê???
- Vou ter que te dar uma surra...

Mirtes não se agüentou e contou para a Lurdes:
- Viram teu marido entrando num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio.
- Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretíssimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou por quê.
- Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a
mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretíssimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o
que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso
casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa com
as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio.
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que,
como meu amigo, tinha que contar.
- O quê?
- Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a
motel com a minha própria mulher? Desculpe, Lurdes, mas...
- O quê???
- Vou ter que te dar uma surra...

Quinta-feira, Janeiro 22, 2004
Flamengo
Num badalado e gigante açougue do Rio, chega de repente uma exuberante Ferrari vermelha. Dela sai um tricolor que chega para o açougueiro e diz:
- O Sr. tem picanha?
- Tenho sim - responde o açougueiro.
- Corte para mim dez peças - diz o tricolor, pagando imediatamente com notas de 100 dólares e saindo logo após.
Passados dez minutos, chega uma BMW. Dela sai um vascaíno, que chega para o açougueiro e diz:
- O Sr. tem alcatra?
- Tenho sim - responde o açougueiro, sorridente pela última venda.
- Corte 25 quilos - pede o vascaíno, que recebe e paga com cartão de crédito Platinum, e vai embora logo em seguida.
Logo depois o açougueiro recebe um botafoguense em uma Mercedes:
- O sr. tem filé mignon?
- Tenho sim - responde o contente açougueiro...
- O Sr. corte 30 quilos, por favor - diz o botafoguense, que paga a mercadoria com notas de 100 reais, saindo logo após.
De repente, chega um Corcel. Bem velho e todo enferrujado, com um adesivo escrito "TÁ DOMINADO" numa lateral, outro no pára-brisa, "FLAMENGO ATÉ MORRER" e, por último, um pegando o vidro traseiro inteiro, "É DEUS NO CÉU E NÓIS NO CORCEL", de onde sai um brutamontes com a camiseta e o boné do flamengo, que diz para o açougueiro:
- E aí mermão, cê tem braço?
- Tenho sim - responde o açougueiro.
- Então bota eles pra cima que é uma assalto, valeu?
Num badalado e gigante açougue do Rio, chega de repente uma exuberante Ferrari vermelha. Dela sai um tricolor que chega para o açougueiro e diz:
- O Sr. tem picanha?
- Tenho sim - responde o açougueiro.
- Corte para mim dez peças - diz o tricolor, pagando imediatamente com notas de 100 dólares e saindo logo após.
Passados dez minutos, chega uma BMW. Dela sai um vascaíno, que chega para o açougueiro e diz:
- O Sr. tem alcatra?
- Tenho sim - responde o açougueiro, sorridente pela última venda.
- Corte 25 quilos - pede o vascaíno, que recebe e paga com cartão de crédito Platinum, e vai embora logo em seguida.
Logo depois o açougueiro recebe um botafoguense em uma Mercedes:
- O sr. tem filé mignon?
- Tenho sim - responde o contente açougueiro...
- O Sr. corte 30 quilos, por favor - diz o botafoguense, que paga a mercadoria com notas de 100 reais, saindo logo após.
De repente, chega um Corcel. Bem velho e todo enferrujado, com um adesivo escrito "TÁ DOMINADO" numa lateral, outro no pára-brisa, "FLAMENGO ATÉ MORRER" e, por último, um pegando o vidro traseiro inteiro, "É DEUS NO CÉU E NÓIS NO CORCEL", de onde sai um brutamontes com a camiseta e o boné do flamengo, que diz para o açougueiro:
- E aí mermão, cê tem braço?
- Tenho sim - responde o açougueiro.
- Então bota eles pra cima que é uma assalto, valeu?
De realidade basta a vida
Estou eu deitado na minha cama vendo p show do Bon Jovi (ele mermo, eu gosto, e daí?!) quando vem aquele anúncio enorme em letras garrafais: Plantão Big Brother Brasil. Mais um motivo para odiar qualquer tipo de reality show. Odiar, no sentido mais profundo da palavra, daquela raiva que dá vontade de enfiar um lápis no olho e girar dez vezes para cada lado.
O pior de tudo é que, como acontece em qualquer sucesso de audiência, em qualquer fila de banco, em qualquer conversa de barzinho ou até mesmo com um estranho no elevador o assunto acaba invariavelmente sobre quem foi expulso, quem falou mal de quem ou qual das meninas é mais gostosa na casa. Falar em meninas gostosas, isso é um requisito básico já que elas todas são potenciais capas de Playboy.
Agora caros leitores, usemos os 10% de raciocínio que o nosso potencial permite e analisemos com clareza: qual a graça de ver um monte de gente trancado numa casa conversando, brigando, malhando, cozinhado...? Tem gente que ainda tem coragem de passar a noite vendo eles dormirem e pagam um pay-per-view só para isso.
Falar mal do Big Brother é comprar briga com metade dos meus leitores, mas com todo respeito...aliás...sem respeito mermo, ô programa ruim!
Estou eu deitado na minha cama vendo p show do Bon Jovi (ele mermo, eu gosto, e daí?!) quando vem aquele anúncio enorme em letras garrafais: Plantão Big Brother Brasil. Mais um motivo para odiar qualquer tipo de reality show. Odiar, no sentido mais profundo da palavra, daquela raiva que dá vontade de enfiar um lápis no olho e girar dez vezes para cada lado.
O pior de tudo é que, como acontece em qualquer sucesso de audiência, em qualquer fila de banco, em qualquer conversa de barzinho ou até mesmo com um estranho no elevador o assunto acaba invariavelmente sobre quem foi expulso, quem falou mal de quem ou qual das meninas é mais gostosa na casa. Falar em meninas gostosas, isso é um requisito básico já que elas todas são potenciais capas de Playboy.
Agora caros leitores, usemos os 10% de raciocínio que o nosso potencial permite e analisemos com clareza: qual a graça de ver um monte de gente trancado numa casa conversando, brigando, malhando, cozinhado...? Tem gente que ainda tem coragem de passar a noite vendo eles dormirem e pagam um pay-per-view só para isso.
Falar mal do Big Brother é comprar briga com metade dos meus leitores, mas com todo respeito...aliás...sem respeito mermo, ô programa ruim!
Segunda-feira, Janeiro 19, 2004
Adendo
Li um post de uma das Jones que fala sobre como separar as coisas boas da vida das coisas práticas da vida, algo intitulado "Amor versus sexo". Mesmo eu não sendo especialista da área (se é que há isso no mundo) eu me atrevo a dar uma humilde contribuição ao mundo escrevendo alguma coisa que é apenas um testemunho do que acho.
Já pensou em viver num mundo onde você pode chamar a pessoa que está na sua frente na fila do supermercado para dar "rapidinha" ali sem mais nem menos, só por curtição? A idéia é tentadora, viver sem rédeas onde os conceitos morais não governam nossos desejos e nossas metas. Aliás, a natureza é governada pelo caos, então porque nós não podemos seguir a mesma política?
O homem não é sábio como a natureza e não estamos e talvez nunca estaremos prontos para suportar as consequências impostas pelo descaso das nossas ações. A humanidade só sobreviveu para colocar esses pontos em discussão por causa da nossa capacidade definir limites, seja esses limites estabelecidos por noções religiosas ou jurídicas. A sociedade só funciona através de uma ordem mesmo que a ordem aplicada nem sempre seja a adequada.
Banalizar nossos sentimentos seria um retrocesso e um desprezo por todas essas conquistas. Se alguém discorda, por favor ler Brave New World e tente enxergar os perigos de viver além das responsabilidades num mundo onde tudo parece perfeito. Eu seria hipócrita em dizer que sexo não é bom e que a sensação de não dever nada a ninguém não me atrai. Seria hipócrita em dizer que eu nunca beijei ninguém sem querer ligar para ela no outro dia e que isso nunca irá acontecer novamente. Seria mais hipócrita ainda em apontar o dedo para alguém por achar essa "liberdade" toda um modo de vida a ser seguido. O problema é que eu vejo o mundo como um lugar para a prática da retidão e não da praticidade. Não é "o fazer o fácil" e sim "fazer o correto", ou pelo menos buscar isso, que nos faz interessante.
Buscar conforto nas nossas emoções, conseguir captar o sentimento alheio e compartilhar isso sem nenhum remorso ou desprezo é um sinal de força que todos deviam cativar sem nenhum preconceito. Afinal, é para isso que nós pagamos um terapeuta, para dizer algo a um estranho que não temos coragem de dizer para a pessoa que gostamos. Além do mais, porque separar a cabeça do coração se eles funcionam bem melhor juntos?
P.s: Camila, eu te adoro e não leve em consideração isso tudo se parece ser um puxão de orelha. Eu agradeço a você por incitar a minha vontade de escrever e manter a minha linha de pensamento em consonância com aquilo que acredito!!! Beijos...
Li um post de uma das Jones que fala sobre como separar as coisas boas da vida das coisas práticas da vida, algo intitulado "Amor versus sexo". Mesmo eu não sendo especialista da área (se é que há isso no mundo) eu me atrevo a dar uma humilde contribuição ao mundo escrevendo alguma coisa que é apenas um testemunho do que acho.
Já pensou em viver num mundo onde você pode chamar a pessoa que está na sua frente na fila do supermercado para dar "rapidinha" ali sem mais nem menos, só por curtição? A idéia é tentadora, viver sem rédeas onde os conceitos morais não governam nossos desejos e nossas metas. Aliás, a natureza é governada pelo caos, então porque nós não podemos seguir a mesma política?
O homem não é sábio como a natureza e não estamos e talvez nunca estaremos prontos para suportar as consequências impostas pelo descaso das nossas ações. A humanidade só sobreviveu para colocar esses pontos em discussão por causa da nossa capacidade definir limites, seja esses limites estabelecidos por noções religiosas ou jurídicas. A sociedade só funciona através de uma ordem mesmo que a ordem aplicada nem sempre seja a adequada.
Banalizar nossos sentimentos seria um retrocesso e um desprezo por todas essas conquistas. Se alguém discorda, por favor ler Brave New World e tente enxergar os perigos de viver além das responsabilidades num mundo onde tudo parece perfeito. Eu seria hipócrita em dizer que sexo não é bom e que a sensação de não dever nada a ninguém não me atrai. Seria hipócrita em dizer que eu nunca beijei ninguém sem querer ligar para ela no outro dia e que isso nunca irá acontecer novamente. Seria mais hipócrita ainda em apontar o dedo para alguém por achar essa "liberdade" toda um modo de vida a ser seguido. O problema é que eu vejo o mundo como um lugar para a prática da retidão e não da praticidade. Não é "o fazer o fácil" e sim "fazer o correto", ou pelo menos buscar isso, que nos faz interessante.
Buscar conforto nas nossas emoções, conseguir captar o sentimento alheio e compartilhar isso sem nenhum remorso ou desprezo é um sinal de força que todos deviam cativar sem nenhum preconceito. Afinal, é para isso que nós pagamos um terapeuta, para dizer algo a um estranho que não temos coragem de dizer para a pessoa que gostamos. Além do mais, porque separar a cabeça do coração se eles funcionam bem melhor juntos?
P.s: Camila, eu te adoro e não leve em consideração isso tudo se parece ser um puxão de orelha. Eu agradeço a você por incitar a minha vontade de escrever e manter a minha linha de pensamento em consonância com aquilo que acredito!!! Beijos...
Tom Cruise, domo arigatô
Esse fim de semana assisi o Último Samurai e deve ressaltar que embora eu seja suspeito de falar sobre esse filme correndo o risco de ser tendencioso demais, peço que vocês caros leitores peguem a próxima sessão na sala 8 do Multiplex, sentem na quinta fila e desfrutem de um ótimo filme que não é só pancadaria mas que mostra o como é rica e bela a cultura oriental.
Apesar do filme ter sido gravado na Nova Zelândia, o diretor Edward Zwick (o mesmo de "I am Sam" e "Traffic") conseguiu com fidelidade retratar a sociedade japonesa do século 19 e o fim da classe samurai deixando de lado a visão americana onde só há heróis no mundo quem viveu entre o Canadá e o México.
Estou com medo de falar mais alguma coisa tendo que descrever a história, por isso vou deixar a cargo daqueles que quiserem ganhar duas horas e meia de fascínio na vida.
Esse fim de semana assisi o Último Samurai e deve ressaltar que embora eu seja suspeito de falar sobre esse filme correndo o risco de ser tendencioso demais, peço que vocês caros leitores peguem a próxima sessão na sala 8 do Multiplex, sentem na quinta fila e desfrutem de um ótimo filme que não é só pancadaria mas que mostra o como é rica e bela a cultura oriental.
Apesar do filme ter sido gravado na Nova Zelândia, o diretor Edward Zwick (o mesmo de "I am Sam" e "Traffic") conseguiu com fidelidade retratar a sociedade japonesa do século 19 e o fim da classe samurai deixando de lado a visão americana onde só há heróis no mundo quem viveu entre o Canadá e o México.
Estou com medo de falar mais alguma coisa tendo que descrever a história, por isso vou deixar a cargo daqueles que quiserem ganhar duas horas e meia de fascínio na vida.
Sexta-feira, Janeiro 16, 2004
Música para qualquer coisa
Para escutar bem alto
- Song 2
- Só as mães são felizes
- You could be mine
- Don´t drink the water
- Do the evolution
- You oughta know
- Immigrant song
- L´age Dor
- Hey Joe
- Depois da queda o coice
- Highway to hell
Para acampamentos
- Vamos fugir
- Wainting in vain
- Eduardo e Mônica
- Te ver
- Escotilha
- Mim quer tocar
- Nós vamos invadir sua praia
- Losing my religion
- Metal contra as nuvens
- A estrada
- Another brick in the wall
Para trabalhar
- God put a smile upon your face
- Jack Soul Brasileiro
- Roxanne
- Me diga
- Segue o seco
- Amanhã ou depois
- Smile
- Where the streets have no name
- Diariamente
- A seta e o alvo
- Trem da juventude
- Stars
- Sina
- Mustang Sally
Para cantar para alguém
- #41
- Escravo da alegria
- Kissing a fool
- Se
- Cegos do castelo
- Outono
- Yellow
- I´ll see you soon
- Você é linda
- Since I`ve been loving you
- Iris
- Stay
- Beija eu
- Piano bar
Música de saudade, desilusão e dor de cotovelo
- O último pôr-do-sol
- Na nossa casa
- Still loving you
- Giz
- Dia branco
- November rain
- Drão
- Crying in the rain
- Woman in chains
- Blues do ano 2000
- Babe i´m gonna leave you
- The Scientist
Música para fazer aquilo
- No ordinary love
- Crash into me
- Us and them
- Quase um segundo
- Bed of roses
- El farol
- Why
- Wicked game
- With or without you
- Secret garden
- qualquer uma lentinha do Kenny G
Para escutar bem alto
- Song 2
- Só as mães são felizes
- You could be mine
- Don´t drink the water
- Do the evolution
- You oughta know
- Immigrant song
- L´age Dor
- Hey Joe
- Depois da queda o coice
- Highway to hell
Para acampamentos
- Vamos fugir
- Wainting in vain
- Eduardo e Mônica
- Te ver
- Escotilha
- Mim quer tocar
- Nós vamos invadir sua praia
- Losing my religion
- Metal contra as nuvens
- A estrada
- Another brick in the wall
Para trabalhar
- God put a smile upon your face
- Jack Soul Brasileiro
- Roxanne
- Me diga
- Segue o seco
- Amanhã ou depois
- Smile
- Where the streets have no name
- Diariamente
- A seta e o alvo
- Trem da juventude
- Stars
- Sina
- Mustang Sally
Para cantar para alguém
- #41
- Escravo da alegria
- Kissing a fool
- Se
- Cegos do castelo
- Outono
- Yellow
- I´ll see you soon
- Você é linda
- Since I`ve been loving you
- Iris
- Stay
- Beija eu
- Piano bar
Música de saudade, desilusão e dor de cotovelo
- O último pôr-do-sol
- Na nossa casa
- Still loving you
- Giz
- Dia branco
- November rain
- Drão
- Crying in the rain
- Woman in chains
- Blues do ano 2000
- Babe i´m gonna leave you
- The Scientist
Música para fazer aquilo
- No ordinary love
- Crash into me
- Us and them
- Quase um segundo
- Bed of roses
- El farol
- Why
- Wicked game
- With or without you
- Secret garden
- qualquer uma lentinha do Kenny G
Música do Dia - Pure Massacre
People dying for no reason at all
Age is no difference or if you're large or small
Families being torn apart
Doesn't have to be this way
Some people, just have no heart
It's happening every day
Pure massacre
Pure massacre
Machine guns pumping, hearts thumping
Death is all around
People crying for freedom
No one hears the sound
There's people crying
There's people dying
But someone's taken it all, yeah
There's people crying
There's people dying
But someone's taken it all, yeah
It's gonna be a pure massacre, yeah

People dying for no reason at all
Age is no difference or if you're large or small
Families being torn apart
Doesn't have to be this way
Some people, just have no heart
It's happening every day
Pure massacre
Pure massacre
Machine guns pumping, hearts thumping
Death is all around
People crying for freedom
No one hears the sound
There's people crying
There's people dying
But someone's taken it all, yeah
There's people crying
There's people dying
But someone's taken it all, yeah
It's gonna be a pure massacre, yeah

Primeira Sessão






Quinta-feira, Janeiro 15, 2004
Brave Cat

Se eu fosse um bicho, eu seria um gato. Se eu fosse um gato, eu seria o Garfield. Não porque sou estúpidamente cínico, malandro ou tenho tiradas inteligentes. É por que sou preguiçoso, gosto de lasanha e tô com uma barriguinha que vou te contar...

Se eu fosse um bicho, eu seria um gato. Se eu fosse um gato, eu seria o Garfield. Não porque sou estúpidamente cínico, malandro ou tenho tiradas inteligentes. É por que sou preguiçoso, gosto de lasanha e tô com uma barriguinha que vou te contar...
Terça-feira, Janeiro 13, 2004
Sincronia


Mistureba
Meu pai é negro. Seus ancestrais corriam na África atrás de guinus, bebiam mel tirado de colméias gigantes, rezavam para um monte de deuses e se juntavam ao redor do fogo olhando para a noite estrelada. Eram acostumados com o sol e para ele foram escritas muitas músicas. Foram filhos provavelmente dos primeiros homens do mundo e herdaram sua força. Eles eram atrasados mas eram pacíficos.
Minha mãe tem raiz indígena. Indígena e nordestina, também acostumada com a luz castigante do dia. Faziam redes de urucum e comiam caju no mês de outubro. Não respeitavam nenhuma divindade que não estivesse ao alcance dos seus olhos, como a lua e a chuva. Eles eram atrasados mas eram pacíficos.
Aí veio meu padrasto. Ele é branco, seus ancestrais vieram da Europa, Portugal muito provavelmente, acostumados a explorar e dominar. Gostavam de trocar pau-brasil por espelhos e estavam dispostos a atravessar oceanos para conseguir uma basílica ornamentada com ouro e prata. Não eram tão atrasados, nem muito menos pacíficos.
Eu nasci moreno, católico e diferente. Eu preferia ficar olhando as imagens na capela do colégio do que ficar jogando futebol com os garotos da minha sala. Detestando a luz do dia e ficando maravilhado com a lua cheia. Queria ser veterinário ou biólogo, ao contrário das expectativas da família de ser um contador como meu padrasto, um advogado como meu pai, ou um padre para satisfazer minha mãe. Adorando a cultura oriental e morando perto de um fast food. Sendo atrasado nas minhas realizações e sendo pacífico em todo o resto.
Meu pai é negro. Seus ancestrais corriam na África atrás de guinus, bebiam mel tirado de colméias gigantes, rezavam para um monte de deuses e se juntavam ao redor do fogo olhando para a noite estrelada. Eram acostumados com o sol e para ele foram escritas muitas músicas. Foram filhos provavelmente dos primeiros homens do mundo e herdaram sua força. Eles eram atrasados mas eram pacíficos.
Minha mãe tem raiz indígena. Indígena e nordestina, também acostumada com a luz castigante do dia. Faziam redes de urucum e comiam caju no mês de outubro. Não respeitavam nenhuma divindade que não estivesse ao alcance dos seus olhos, como a lua e a chuva. Eles eram atrasados mas eram pacíficos.
Aí veio meu padrasto. Ele é branco, seus ancestrais vieram da Europa, Portugal muito provavelmente, acostumados a explorar e dominar. Gostavam de trocar pau-brasil por espelhos e estavam dispostos a atravessar oceanos para conseguir uma basílica ornamentada com ouro e prata. Não eram tão atrasados, nem muito menos pacíficos.
Eu nasci moreno, católico e diferente. Eu preferia ficar olhando as imagens na capela do colégio do que ficar jogando futebol com os garotos da minha sala. Detestando a luz do dia e ficando maravilhado com a lua cheia. Queria ser veterinário ou biólogo, ao contrário das expectativas da família de ser um contador como meu padrasto, um advogado como meu pai, ou um padre para satisfazer minha mãe. Adorando a cultura oriental e morando perto de um fast food. Sendo atrasado nas minhas realizações e sendo pacífico em todo o resto.
Música do Dia - Chan Chan
De Alto Cedro voy para Macané
Luego a Cueto voy para Mayarí
El cariño que te tengo
Yo no lo puedo negar
Se me sale la babita
Yo no lo puedo evitar
Cuando Juanica y Chan Chan
En el mar cernían arena
Como sacudía el 'jibe'
A Chan Chan le daba pena
Limpia el camino de pajas
Que yo me quiero sentar
En aquel tronco que veo
Y así no puedo llegar
De Alto Cedro voy para Macané
Luego a Cueto voy para Mayarí

De Alto Cedro voy para Macané
Luego a Cueto voy para Mayarí
El cariño que te tengo
Yo no lo puedo negar
Se me sale la babita
Yo no lo puedo evitar
Cuando Juanica y Chan Chan
En el mar cernían arena
Como sacudía el 'jibe'
A Chan Chan le daba pena
Limpia el camino de pajas
Que yo me quiero sentar
En aquel tronco que veo
Y así no puedo llegar
De Alto Cedro voy para Macané
Luego a Cueto voy para Mayarí

Segunda-feira, Janeiro 12, 2004
Xanimmm


No comments

No dia que eu morrer, me enterrem na lua. Se não der para fazer isso, se tecnologia não houver ou ninguém estiver desocupado, me coloquem no lugar mais alto do mundo, no lugar mais perto do meu amor.

No dia que eu morrer, me enterrem na lua. Se não der para fazer isso, se tecnologia não houver ou ninguém estiver desocupado, me coloquem no lugar mais alto do mundo, no lugar mais perto do meu amor.
Sexta-feira, Janeiro 09, 2004
Coisinha de Jesus
Apesar de eu não ter jeito para a coisa, eu sempre gostei de dançar, sempre gostei de ver o corpo em movimento ao som de algo contagiante e dou graças a Deus todo dia por ter nascido em um país que tem influência de muitas outras culturas.
Quer ver uma coisa bonita é uma morena com sua saia rodada de sandália e cabelos soltos rodopiando ao som de um bom samba de mesa, ou então um casal apaixonado trocando juras ouvindo Buena Vista Social Club. Salsa, mambo, tango, samba, sons de terras que sofrem e que fazem de dois passinhos para lá e para cá uma alegria na vida.
Apesar de eu não ter jeito para a coisa, eu sempre gostei de dançar, sempre gostei de ver o corpo em movimento ao som de algo contagiante e dou graças a Deus todo dia por ter nascido em um país que tem influência de muitas outras culturas.
Quer ver uma coisa bonita é uma morena com sua saia rodada de sandália e cabelos soltos rodopiando ao som de um bom samba de mesa, ou então um casal apaixonado trocando juras ouvindo Buena Vista Social Club. Salsa, mambo, tango, samba, sons de terras que sofrem e que fazem de dois passinhos para lá e para cá uma alegria na vida.
Quinta-feira, Janeiro 08, 2004
Conclusões de conversas em um bar
Beleza. O primeiro cartão de visita. Todo mundo quer ser belo mesmo que não admita e todo mundo em algum momento da vida se deixa encantar por um algum tipo mais atraente, mesmo que isso signifique noites mal dormidas, imaginando que aquele Adônis vá parar nas mãos de outra pessoa.
Tem a turma que diz que "o que importa é a beleza interior". Isso funciona para os feios (e eu me incluo nessa parcela da população) e para os anti-sociais (eu me excluo dessa parcela da população). Todo mundo se gaba de procurar alguém pelas qualidades, mas sejamos práticos. Quem, em sua santa embriaguez, numa boate escura ao som daquela música que parece um bate-estaca vai perguntar para a moça do lado:
- Oi?! Você é tão inteligente e tão organizada! Que ser a mãe dos meus filhos?
Beleza é fundamental já dizia meu pai, mas ele em toda sua sabedoria sabia dizer que oque é belo nem sempre é um consenso. Por exemplo, há um consenso que o Zeca Baleiro é feio. Aliás, feio sou eu, ele é horrível. Zeca Baleiro é quase um adjetivo de tanta feiúra. Mesmo assim existem milhares de mulheres que o chama de "lindo" e "gostoso" nos seus shows. Descontando a parcela das intere$$eiras, ainda há aquelas realmente acham aqueler ser um pão. Os feromônios não podem ser os responsáveis por isso, por que muitas delas nunca chegaram tão perto dele assim. Essas pessoas não são loucas, elas apenas saíram do consenso geral e notaram a beleza por outros olhos.
Os padrões de beleza mudam com o tempo e aquilo que era bonito um dia acaba sendo brega em outro. Aliás, o tempo é inimigo da beleza, nós nascemos bonitinhos e rechonchudos para terminarmos como maracujás secos com rugas, érnias e outras coisas geriátricas. A beleza acaba aí? Na velhice existe beleza? Estéticamente falando? Eu diria que sim, mas nenhum de nós quer ser um velho, quanto mais bonito.
Não há mal em admirar o que é bonito, aquilo que faz os olhos tremerem e o coração palpitar mais rápido, ter um objeto de desejo que nos parece caro demais. Talvez, o problema seja em superestimar essa virtude demais e em querer que ela seja imutável.
Beleza. O primeiro cartão de visita. Todo mundo quer ser belo mesmo que não admita e todo mundo em algum momento da vida se deixa encantar por um algum tipo mais atraente, mesmo que isso signifique noites mal dormidas, imaginando que aquele Adônis vá parar nas mãos de outra pessoa.
Tem a turma que diz que "o que importa é a beleza interior". Isso funciona para os feios (e eu me incluo nessa parcela da população) e para os anti-sociais (eu me excluo dessa parcela da população). Todo mundo se gaba de procurar alguém pelas qualidades, mas sejamos práticos. Quem, em sua santa embriaguez, numa boate escura ao som daquela música que parece um bate-estaca vai perguntar para a moça do lado:
- Oi?! Você é tão inteligente e tão organizada! Que ser a mãe dos meus filhos?
Beleza é fundamental já dizia meu pai, mas ele em toda sua sabedoria sabia dizer que oque é belo nem sempre é um consenso. Por exemplo, há um consenso que o Zeca Baleiro é feio. Aliás, feio sou eu, ele é horrível. Zeca Baleiro é quase um adjetivo de tanta feiúra. Mesmo assim existem milhares de mulheres que o chama de "lindo" e "gostoso" nos seus shows. Descontando a parcela das intere$$eiras, ainda há aquelas realmente acham aqueler ser um pão. Os feromônios não podem ser os responsáveis por isso, por que muitas delas nunca chegaram tão perto dele assim. Essas pessoas não são loucas, elas apenas saíram do consenso geral e notaram a beleza por outros olhos.
Os padrões de beleza mudam com o tempo e aquilo que era bonito um dia acaba sendo brega em outro. Aliás, o tempo é inimigo da beleza, nós nascemos bonitinhos e rechonchudos para terminarmos como maracujás secos com rugas, érnias e outras coisas geriátricas. A beleza acaba aí? Na velhice existe beleza? Estéticamente falando? Eu diria que sim, mas nenhum de nós quer ser um velho, quanto mais bonito.
Não há mal em admirar o que é bonito, aquilo que faz os olhos tremerem e o coração palpitar mais rápido, ter um objeto de desejo que nos parece caro demais. Talvez, o problema seja em superestimar essa virtude demais e em querer que ela seja imutável.
Vai me dar tanto trabalho
- Alô?!
- Quem fala?!
- A Rebecca está?
- Está, mas quem quer falar com ela?
- É o namorado dela.
- Héin?!
- O Mateus! Do colégio dela.
- A minha irmã só tem nove anos...quem disse que ela pode namorar?
- Ela disse que pode.
- (putz!) Ela não pode, ela tem que brincar de boneca ainda. Ela nem sabe o que é namorar...aliás, nem você sabe o que é namorar.
- Eu sei sim, é só encostar a boca em outra boca e dizer "eu te amo".
- Se fosse só isso! Olha, você ainda tem que brincar muito, estudar muito, fazer um monte de coisa para pensar em namorar. E além do mais, você tem que ser um cara legal por que o irmão dela mais velho, esse que vos fala, é ciumento demais.
- Ela me disse. Ela disse que tu faz karatê.
- Aikidô.
- Que nome feio!
- Eu já ouvi isso.
- Eu vou indo por que meus pais querem usar o telefone. Diz para ela que mandei um beijo.
- Eu digo para ela que um futuro defunto tá mandando um beijo para ela.
- Eita!
- Alô?!
- Quem fala?!
- A Rebecca está?
- Está, mas quem quer falar com ela?
- É o namorado dela.
- Héin?!
- O Mateus! Do colégio dela.
- A minha irmã só tem nove anos...quem disse que ela pode namorar?
- Ela disse que pode.
- (putz!) Ela não pode, ela tem que brincar de boneca ainda. Ela nem sabe o que é namorar...aliás, nem você sabe o que é namorar.
- Eu sei sim, é só encostar a boca em outra boca e dizer "eu te amo".
- Se fosse só isso! Olha, você ainda tem que brincar muito, estudar muito, fazer um monte de coisa para pensar em namorar. E além do mais, você tem que ser um cara legal por que o irmão dela mais velho, esse que vos fala, é ciumento demais.
- Ela me disse. Ela disse que tu faz karatê.
- Aikidô.
- Que nome feio!
- Eu já ouvi isso.
- Eu vou indo por que meus pais querem usar o telefone. Diz para ela que mandei um beijo.
- Eu digo para ela que um futuro defunto tá mandando um beijo para ela.
- Eita!
Música do Dia - Aeroplane
Looking in my own eyes
I can't find the love I want
Someone better stop me
Before I start to rust
Before I start to decompose
Looking in my rear mirror
Looking in my rear mirror
I can make it disappear
I like pleasure spike of pain
Music is my aeroplane
It's my aeroplane
Songbird sweet and sour Jane
It's my aeroplane
Sitting in my kitchen
I'm turning into dust again
My melancholy baby
The star of mazzy must
Push her voice inside of me
I'm overcoming gravity
I'm overcoming gravity
It's easy when you're sad to be
Just one note
Could make me float
Could make me float away
One note from
The song she wrote
Could fuck me where I lay
Just one note
Couldd make me choke
One note that's
Not a lie
Just one note
Could cut my troat
One could make me die

Looking in my own eyes
I can't find the love I want
Someone better stop me
Before I start to rust
Before I start to decompose
Looking in my rear mirror
Looking in my rear mirror
I can make it disappear
I like pleasure spike of pain
Music is my aeroplane
It's my aeroplane
Songbird sweet and sour Jane
It's my aeroplane
Sitting in my kitchen
I'm turning into dust again
My melancholy baby
The star of mazzy must
Push her voice inside of me
I'm overcoming gravity
I'm overcoming gravity
It's easy when you're sad to be
Just one note
Could make me float
Could make me float away
One note from
The song she wrote
Could fuck me where I lay
Just one note
Couldd make me choke
One note that's
Not a lie
Just one note
Could cut my troat
One could make me die

Hoje tem bolo e samba
Parabéns para o Gábs, muitos anos de vida companheiro! A luta continua!!! E tem também samba lá no Amicci´s...samba sozinho e a dois, gafieira mermo! Muito bom....
Parabéns para o Gábs, muitos anos de vida companheiro! A luta continua!!! E tem também samba lá no Amicci´s...samba sozinho e a dois, gafieira mermo! Muito bom....
Quarta-feira, Janeiro 07, 2004
Aquele que tudo corta
Shimen Musashi No Kami Fujiwara No Genshin ou simplesmente Miyamoto Musashi foi um dos maiores samurais que existiu na história, sua fama sendo menor apenas que sua técnica e habilidade com a espada. Além da sua data de nascimento (1584 dC), pouco se sabe de sua infância. No romance escrito por Eiji Yoshikawa, seus primeiros ensinamentos no caminho do Budo se deram através de seu pai Shimen Munisai, um homem que dominava o uso da jitte e que estava entre e a classe guerreira a classe camponesa uma vez que era proprietário de terras mas não possuía o status de samurai.
Musashi além de possuir um físico fora dos padrões (acredita-se que ele tinha 1,80m enquanto a estatura mediana dos homens japoneses na época era de apenas 1,69m) sua habilidade com o manejo da espada e seu interesse por qualquer tipo de luta iria forjar o guerreiro que se tornaria mais tarde.
Aos 16 anos ele participou da batalha de Sekigahara, estando do lado que seria derrotado e que daria a Tokugawa o xogunato. Após esse episódio, ele partiu em uma peregrinação afim de desenvolver suas habilidades militares aceitando qualquer desafio que lhe era proposto.
Dessa forma ele venceu Yoshioka Seijuro, filho do fundador de um dos estilos mais renomados na esgrima japonesa. Após esse duelo, os remanescentes da escola organizaram uma "luta" entre Musashi e o filho de Seijuro, um garoto de apenas 12 anos de idade. Por causa da pouca idade do garoto, ele teria ajuda de alguns alunos da escola. Esse episódio ficou conhecido com a batalha do Pinheiro Solitário. Após ter matado o garoto ele lutou contra dezenas de oponentes, alguns afirmando que ele chegou a desafiar até 80 pessoas.
Sua única derrota é atribuída ao combate com Muso Gonosuke. No primeiro combate, Gonosuke foi derrotado por Musashi usando uma naguinata (um longo bastão com uma lâmina curva na ponta). Após profunda meditação ele chegou a conclusão que só venceria seu oponentece usando uma arma de curto alcance que diminuisse sua distância em relação ao inimigo, mesmo que isso significasse estar no raio de ação da espada de Musashi. Assim ele desenvolveu o Jo, um bastão curto que ainda é usado hoje em dia nas escolas de Kendo e Aikido e do qual conseguiu sua vitória sobre o grande espadachim dando origem a uma grande amizade entre os dois.
Em 1612 Musashi enfrentou seu maior adversário, Sasaki Kojiro. O duelo ocorreu na ilha Funashima. Musashi usou uma estratégia nada ortodoxa. Chegou horas atrasado, fazendo com que seu adversário perdesse sua paciência e energia esperando-o. Enquanto Kojiro usou uma espada longa, Musashi lutou usando uma espada de madeira feita com um remo, que encontrou no caminho. Musashi venceu a luta golpeando Kojiro na cabeça. Conta-se que o golpe de Kojiro passou tão perto de Musashi que até cortou a faixa que ele usava para prender os cabelos.
Hoje em dia, o livro escrito pelo samurai (O Livro dos Cinco Anéis) é usado em todas as áreas que envolvem estratégia, desde administração a denvolvimento pessoal. No Japão, Musashi é conhecido hoje como Kensei, o santo da espada e a sua influência ultrapassa fronteiras.
Shimen Musashi No Kami Fujiwara No Genshin ou simplesmente Miyamoto Musashi foi um dos maiores samurais que existiu na história, sua fama sendo menor apenas que sua técnica e habilidade com a espada. Além da sua data de nascimento (1584 dC), pouco se sabe de sua infância. No romance escrito por Eiji Yoshikawa, seus primeiros ensinamentos no caminho do Budo se deram através de seu pai Shimen Munisai, um homem que dominava o uso da jitte e que estava entre e a classe guerreira a classe camponesa uma vez que era proprietário de terras mas não possuía o status de samurai.
Musashi além de possuir um físico fora dos padrões (acredita-se que ele tinha 1,80m enquanto a estatura mediana dos homens japoneses na época era de apenas 1,69m) sua habilidade com o manejo da espada e seu interesse por qualquer tipo de luta iria forjar o guerreiro que se tornaria mais tarde.
Aos 16 anos ele participou da batalha de Sekigahara, estando do lado que seria derrotado e que daria a Tokugawa o xogunato. Após esse episódio, ele partiu em uma peregrinação afim de desenvolver suas habilidades militares aceitando qualquer desafio que lhe era proposto.
Dessa forma ele venceu Yoshioka Seijuro, filho do fundador de um dos estilos mais renomados na esgrima japonesa. Após esse duelo, os remanescentes da escola organizaram uma "luta" entre Musashi e o filho de Seijuro, um garoto de apenas 12 anos de idade. Por causa da pouca idade do garoto, ele teria ajuda de alguns alunos da escola. Esse episódio ficou conhecido com a batalha do Pinheiro Solitário. Após ter matado o garoto ele lutou contra dezenas de oponentes, alguns afirmando que ele chegou a desafiar até 80 pessoas.
Sua única derrota é atribuída ao combate com Muso Gonosuke. No primeiro combate, Gonosuke foi derrotado por Musashi usando uma naguinata (um longo bastão com uma lâmina curva na ponta). Após profunda meditação ele chegou a conclusão que só venceria seu oponentece usando uma arma de curto alcance que diminuisse sua distância em relação ao inimigo, mesmo que isso significasse estar no raio de ação da espada de Musashi. Assim ele desenvolveu o Jo, um bastão curto que ainda é usado hoje em dia nas escolas de Kendo e Aikido e do qual conseguiu sua vitória sobre o grande espadachim dando origem a uma grande amizade entre os dois.
Em 1612 Musashi enfrentou seu maior adversário, Sasaki Kojiro. O duelo ocorreu na ilha Funashima. Musashi usou uma estratégia nada ortodoxa. Chegou horas atrasado, fazendo com que seu adversário perdesse sua paciência e energia esperando-o. Enquanto Kojiro usou uma espada longa, Musashi lutou usando uma espada de madeira feita com um remo, que encontrou no caminho. Musashi venceu a luta golpeando Kojiro na cabeça. Conta-se que o golpe de Kojiro passou tão perto de Musashi que até cortou a faixa que ele usava para prender os cabelos.
Hoje em dia, o livro escrito pelo samurai (O Livro dos Cinco Anéis) é usado em todas as áreas que envolvem estratégia, desde administração a denvolvimento pessoal. No Japão, Musashi é conhecido hoje como Kensei, o santo da espada e a sua influência ultrapassa fronteiras.
Se alguém quiser me dar, eu aceito


1, 2, 3...testando...
Terça-feira, Janeiro 06, 2004
2004, 37 graus Celsius
É impressão minha ou Fortaleza tá quente demais ultimamente? Eu tô aqui na minha salinha olhando para o céu azul, tão azul que dá até raiva. Queria ver um pouquinho de cinza com nuvens carregadas e o som de Zeus castigando.
Como foi o ano novo? Champanhe, fogos, Faustão fazendo a contagem uma hora antes da gente, aquele tio chato morto de bêbado soluçando sem parar, abraços, linhas congestionadas dos parentes distantes e outras coisas que só acontece no reveilon. Ahhhh, as promessas! Eu fiz um monte de promessas. E uma delas foi cumprir as promessas que eu fiz...complicado né?
E as supertições? Sete pulinhos, banho de mar, sementes de romã ou uva, cueca amarela para dar dinheiro ou branca para dar paz. Verde não, porque esperança eu tenho muito. Aliás, esperança demais até faz mal, por que deixa a gente preguiçoso e incapaz de ir atrás do que se quer. Deixar de ser "esperançoso" e ser mais "atuante". Qual será a cor da cueca quando se quer ter "Atuança"?
As boas coisas nos fins e começos de ano são nossas vontades e as más são as nossas incapacidades de torná-las possíveis. O mundo não vai ser melhor nesse ano, não mais que o ano que passou. Mas se o mundo não melhora, eu vou melhorar um pedacinho dele bem pequeno, lá em casa, no meu trabalho, com o meu vizinho que tem um cachorro que late demais na madrugada.
É impressão minha ou Fortaleza tá quente demais ultimamente? Eu tô aqui na minha salinha olhando para o céu azul, tão azul que dá até raiva. Queria ver um pouquinho de cinza com nuvens carregadas e o som de Zeus castigando.
Como foi o ano novo? Champanhe, fogos, Faustão fazendo a contagem uma hora antes da gente, aquele tio chato morto de bêbado soluçando sem parar, abraços, linhas congestionadas dos parentes distantes e outras coisas que só acontece no reveilon. Ahhhh, as promessas! Eu fiz um monte de promessas. E uma delas foi cumprir as promessas que eu fiz...complicado né?
E as supertições? Sete pulinhos, banho de mar, sementes de romã ou uva, cueca amarela para dar dinheiro ou branca para dar paz. Verde não, porque esperança eu tenho muito. Aliás, esperança demais até faz mal, por que deixa a gente preguiçoso e incapaz de ir atrás do que se quer. Deixar de ser "esperançoso" e ser mais "atuante". Qual será a cor da cueca quando se quer ter "Atuança"?
As boas coisas nos fins e começos de ano são nossas vontades e as más são as nossas incapacidades de torná-las possíveis. O mundo não vai ser melhor nesse ano, não mais que o ano que passou. Mas se o mundo não melhora, eu vou melhorar um pedacinho dele bem pequeno, lá em casa, no meu trabalho, com o meu vizinho que tem um cachorro que late demais na madrugada.
Música do Dia - Are you Happy Now?
No...Don't just walk away
Pretending everything's ok
And you don't care about me...
Lie...No it's just no use
When all your lies become your truth
And I don’t care...yeah
Could you look me in the eye
And tell me that you’re happy now?
Would you tell it to my face?
Or have I been erased
Are you happy now?
Are you happy now?
You...took all there was to take
and Left me with an empty plate
and You don’t care about it
And I...Am giving up this game
And leavin you with all the blame
cause I don’t care...
Did it really have
Everything you’re worth
You can't always give
Something you get
You can't run away from yourself
Could you look me in the eyes
And tell me that you’re happy now...
C'mon tell it to my face
Or have I been erased...
Are you happy now?

No...Don't just walk away
Pretending everything's ok
And you don't care about me...
Lie...No it's just no use
When all your lies become your truth
And I don’t care...yeah
Could you look me in the eye
And tell me that you’re happy now?
Would you tell it to my face?
Or have I been erased
Are you happy now?
Are you happy now?
You...took all there was to take
and Left me with an empty plate
and You don’t care about it
And I...Am giving up this game
And leavin you with all the blame
cause I don’t care...
Did it really have
Everything you’re worth
You can't always give
Something you get
You can't run away from yourself
Could you look me in the eyes
And tell me that you’re happy now...
C'mon tell it to my face
Or have I been erased...
Are you happy now?
