Sexta-feira, Fevereiro 27, 2004
Guaramiranga
Foi quase perfeito e esse quase se deve a ter ficado doente, a ter perdido a televisão do Tiago e por ter que brigar sempre pelas mesmas coisas. Mas mesmo assim foi bom demais...fico me perguntando se eu queria vir embora par Fortaleza ou ir morar num lugar como aquele.
Eu até moraria se lá tivesse uma LAN, um cinema, um dojo, um sushi-bar e as pessoas que eu gosto. Vai ver a cidade só tem ser gostinho bom porque eu fico ausente disso tudo e acabo esquecendo um monte de coisa também.
Quero deixar aqui meus agradecimentos pelas pessoas que fizeram esse carnaval possível (isso aqui tá parecendo agradecimento de Oscar) como a Tuana e o Mesquita e também agradecer o resto do povo pelos bons momentos juntos...
E lembrem-se....os intrusos serão mutilados (piada interna).
Foi quase perfeito e esse quase se deve a ter ficado doente, a ter perdido a televisão do Tiago e por ter que brigar sempre pelas mesmas coisas. Mas mesmo assim foi bom demais...fico me perguntando se eu queria vir embora par Fortaleza ou ir morar num lugar como aquele.
Eu até moraria se lá tivesse uma LAN, um cinema, um dojo, um sushi-bar e as pessoas que eu gosto. Vai ver a cidade só tem ser gostinho bom porque eu fico ausente disso tudo e acabo esquecendo um monte de coisa também.
Quero deixar aqui meus agradecimentos pelas pessoas que fizeram esse carnaval possível (isso aqui tá parecendo agradecimento de Oscar) como a Tuana e o Mesquita e também agradecer o resto do povo pelos bons momentos juntos...
E lembrem-se....os intrusos serão mutilados (piada interna).
Quinta-feira, Fevereiro 26, 2004
Música do Dia
Ana tiene quince
nia se le vino un problemn
algo est creciendo
en su vientre hay algo en expansin
el culpable ya huy
pobre Ana sola se qued
no le duele tanto eso
si no que lo niege el maricn
Ana no lo cuenta
Ana llueve llanto en su colchn
y hay que ser discreta
ropa suelta esconde la ocasin
Se siente morir pobre Ana no quiere vivir
si en casa la descubren
la azotan, la corren, la matan
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Por cierto en casa de Ana
claro nunca hubo comprensin
lo que ms lamenta Ana
es que nunca hubo educacin
Y en desesperacin
la vida de Ana se esfumaba
el globito y la conciencia se quedaron
en un cajn
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams

Ana tiene quince
nia se le vino un problemn
algo est creciendo
en su vientre hay algo en expansin
el culpable ya huy
pobre Ana sola se qued
no le duele tanto eso
si no que lo niege el maricn
Ana no lo cuenta
Ana llueve llanto en su colchn
y hay que ser discreta
ropa suelta esconde la ocasin
Se siente morir pobre Ana no quiere vivir
si en casa la descubren
la azotan, la corren, la matan
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Por cierto en casa de Ana
claro nunca hubo comprensin
lo que ms lamenta Ana
es que nunca hubo educacin
Y en desesperacin
la vida de Ana se esfumaba
el globito y la conciencia se quedaron
en un cajn
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
Ana se ir algn da, se ir para siempre
Ana se ir de este mundo se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams
se ir, se ir, se ir al jams

Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004
Recomendados






Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004
Zzzzzzzzz!!
Nada de interessante na minha cabeça sonolenta...
Nada de interessante na minha cabeça sonolenta...
Beleza
Talvez seja o fato de eu ser feio, as coisas bonitas me deixam com cara de bobo. E coisas bonitas não se limitam a mulheres, carros ou roupas. Falo de paisagens, filmes, capas de discos, pratos bem decorados, animais...
Outra coisa é que eu não geralmente não acho bonito coisas surrealistas, obras de arte conteporâneas ou quadros pintados com pasta de dente em vez de tinta normal. Sempre fui fã da arte técnica, retratando coisas simples, já que sou leigo e não entendo muito disso. Por isso que o que acho belo vem de uma coisa instintiva e não de algo preposto por algum tipo de conhecimento.
Eu falei muito quando na realidade eu só queria mostrar o que acho bonito...




Talvez seja o fato de eu ser feio, as coisas bonitas me deixam com cara de bobo. E coisas bonitas não se limitam a mulheres, carros ou roupas. Falo de paisagens, filmes, capas de discos, pratos bem decorados, animais...
Outra coisa é que eu não geralmente não acho bonito coisas surrealistas, obras de arte conteporâneas ou quadros pintados com pasta de dente em vez de tinta normal. Sempre fui fã da arte técnica, retratando coisas simples, já que sou leigo e não entendo muito disso. Por isso que o que acho belo vem de uma coisa instintiva e não de algo preposto por algum tipo de conhecimento.
Eu falei muito quando na realidade eu só queria mostrar o que acho bonito...




Kanji












Música do Dia - Pegadas na Lua
A parte que me cabe
Nesse peito seu
Novamente vai se lembrar
Sua boca era silêncio
A terra queria girar
A parte que me cabe
No teu sonho ateu
Novamente quer acreditar
Em universos infinitos
Sem nenhuma luz pra te cegar
A parte que me cabe
Nesse peito seu
Novamente vai respirar
Em lugares abafados
Onde ninguém vai passar
A parte que me cabe
Nesse espelho seu
Novamente vai desejar
O que parece inatingível
Mas faz o mundo melhorar
Eu sou uma força
Jorrando palavras
Pelos canos de vitrines e ruas
Por onde você vai trafegar
Eu sou essa força
Abrindo suas gavetas
Tirando palavras que podem
Até te contar
Eu tenho uma força
Que deixa pegadas na lua
Na esquina por onde
Você também vai levitar

A parte que me cabe
Nesse peito seu
Novamente vai se lembrar
Sua boca era silêncio
A terra queria girar
A parte que me cabe
No teu sonho ateu
Novamente quer acreditar
Em universos infinitos
Sem nenhuma luz pra te cegar
A parte que me cabe
Nesse peito seu
Novamente vai respirar
Em lugares abafados
Onde ninguém vai passar
A parte que me cabe
Nesse espelho seu
Novamente vai desejar
O que parece inatingível
Mas faz o mundo melhorar
Eu sou uma força
Jorrando palavras
Pelos canos de vitrines e ruas
Por onde você vai trafegar
Eu sou essa força
Abrindo suas gavetas
Tirando palavras que podem
Até te contar
Eu tenho uma força
Que deixa pegadas na lua
Na esquina por onde
Você também vai levitar

Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004
Propaganda
A Bitten Blues, banda do meu amigo Giant Panda e do Gábs, vai abrir o Festival de Guaramiranga. Scôollppaaaaa!
P.S: Ei Molanda....cortesia aí valá!!!
A Bitten Blues, banda do meu amigo Giant Panda e do Gábs, vai abrir o Festival de Guaramiranga. Scôollppaaaaa!
P.S: Ei Molanda....cortesia aí valá!!!
Severino
Severino era um menino danado. Veio ao mundo com um sorriso na pequena boca, ao contrário dos outros três filhos de Dona Maria e Seu Carlos. Desde pequeno sempre foi o mais esperto da rua que morava naquela favela lá bem perto do céu, empinando papagaios e jogando bola com a molecada. Era chamado gentilmente de "boa safra" pelos vizinhos, apelido dado não só pelo gênio do garoto mas também pela formação física invejável: um negrinho de olhos marrons e boca carnuda, cabelos encaracolados com um corpo de capoeira, sem músculos e só nervos. Gostava de ajudar o pai no serviço de pintura, sempre sendo visto com um balde de tinta em uma mão e um saco de cal na outra. Aliás, foi o pai que cultivou no menino o gosto pelo trabalho e pelo estudo, recebendo sempre apoio incondicional do velho homem e seu sacrifício na hora de comprar os livros no começo do ano. E o menino retribuía sempre esse sacrifício com um grande esforço, esforço esse que só vem daqueles que passam por necessidades grandes e não abandonam a fé em condições melhores.
Foi crescendo o boa safra. E a medida que os anos passavam, Severino ia perdendo os amigos da rua. Perdia para balas perdidas e para balas endereçadas. Algumas vezes perdia para traficantes, sempre interessados em novos recrutas nas suas fileiras de empregados clandestinos, outras vezes perdia para a polícia e seus julgamentos insensatos. Mas Severino já estava grande e já entrara na faculdade de medicina. Ia ser médico, mas podia ter sido dentista, advogado, músico, atleta, artista de circo ou mesmo astronauta. Só não queria ser traficante nem policial porque estava cansado dessa guerra no morro onde as partes se misturam.
Passou o tempo e Severino se formou depois de sete anos e agora o tempo de colher estava chegando. Tinha conhecido Aninha, uma menina que fazia enfermagem na faculdade e cogitava casar com ela no final do ano. Mas antes tinha que terminar de pagar o carro que tinha comprado para o pai, uma pequena perua para o velho levar os baldes de tinta no trabalho e nos fins de semana levar Dona Maria para passear toda orgulhosa. Era tarde e Severino absorto com esses pensamentos tinha que se apressar para chegar em casa, um pequeno apartamento a meio caminho entre o trabalho e a casa dos pais. Mas Severino não conseguiu chegar porque trás homens o cercaram com cacetes na mão falando alto e em voz de comando. O pobre Severino enconstou-se na parede pacientemente como que já viveu essa situação muitas vezes no velho morro, mas não pôde entender porque em troca dessa mansidão toda recebeu um soco na nuca.
- Te aquieta neguinho! Deus não devia ter feito ninguém da sua cor! - foram as últimas palavras que Severino escutou seguido de uma grande explosão e o som de sangue pingando. Todas os sonhos, sua Aninha, o consultório, a viagem para Espanha, a casa de presente para os pais, aprender a tocar violão, tudo isso se foi naquela noite escura e o escuro Severino estava lá deitado em uma poça também escura. E passados alguns meses nós fizemos vistas escuras para o ocorrido e nunca mais ninguém falou o nome do boa safra.
P.S: Esse conto não é mera coincidência.
Severino era um menino danado. Veio ao mundo com um sorriso na pequena boca, ao contrário dos outros três filhos de Dona Maria e Seu Carlos. Desde pequeno sempre foi o mais esperto da rua que morava naquela favela lá bem perto do céu, empinando papagaios e jogando bola com a molecada. Era chamado gentilmente de "boa safra" pelos vizinhos, apelido dado não só pelo gênio do garoto mas também pela formação física invejável: um negrinho de olhos marrons e boca carnuda, cabelos encaracolados com um corpo de capoeira, sem músculos e só nervos. Gostava de ajudar o pai no serviço de pintura, sempre sendo visto com um balde de tinta em uma mão e um saco de cal na outra. Aliás, foi o pai que cultivou no menino o gosto pelo trabalho e pelo estudo, recebendo sempre apoio incondicional do velho homem e seu sacrifício na hora de comprar os livros no começo do ano. E o menino retribuía sempre esse sacrifício com um grande esforço, esforço esse que só vem daqueles que passam por necessidades grandes e não abandonam a fé em condições melhores.
Foi crescendo o boa safra. E a medida que os anos passavam, Severino ia perdendo os amigos da rua. Perdia para balas perdidas e para balas endereçadas. Algumas vezes perdia para traficantes, sempre interessados em novos recrutas nas suas fileiras de empregados clandestinos, outras vezes perdia para a polícia e seus julgamentos insensatos. Mas Severino já estava grande e já entrara na faculdade de medicina. Ia ser médico, mas podia ter sido dentista, advogado, músico, atleta, artista de circo ou mesmo astronauta. Só não queria ser traficante nem policial porque estava cansado dessa guerra no morro onde as partes se misturam.
Passou o tempo e Severino se formou depois de sete anos e agora o tempo de colher estava chegando. Tinha conhecido Aninha, uma menina que fazia enfermagem na faculdade e cogitava casar com ela no final do ano. Mas antes tinha que terminar de pagar o carro que tinha comprado para o pai, uma pequena perua para o velho levar os baldes de tinta no trabalho e nos fins de semana levar Dona Maria para passear toda orgulhosa. Era tarde e Severino absorto com esses pensamentos tinha que se apressar para chegar em casa, um pequeno apartamento a meio caminho entre o trabalho e a casa dos pais. Mas Severino não conseguiu chegar porque trás homens o cercaram com cacetes na mão falando alto e em voz de comando. O pobre Severino enconstou-se na parede pacientemente como que já viveu essa situação muitas vezes no velho morro, mas não pôde entender porque em troca dessa mansidão toda recebeu um soco na nuca.
- Te aquieta neguinho! Deus não devia ter feito ninguém da sua cor! - foram as últimas palavras que Severino escutou seguido de uma grande explosão e o som de sangue pingando. Todas os sonhos, sua Aninha, o consultório, a viagem para Espanha, a casa de presente para os pais, aprender a tocar violão, tudo isso se foi naquela noite escura e o escuro Severino estava lá deitado em uma poça também escura. E passados alguns meses nós fizemos vistas escuras para o ocorrido e nunca mais ninguém falou o nome do boa safra.
P.S: Esse conto não é mera coincidência.
Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004
Comédia


Música do Dia - Green Eyes
Honey you are a rock
Upon which I stand
And I come here to talk
I hope you understand
The green eyes
Yeah the spotlight
Shines upon you
How could
Anybody
Deny you?
I came here with a load
And it feels so much lighter
Now I've met you
And honey you should know
That I could never go on
Without you
Green eyes
Honey you are the sea
Upon which I float
And I came here to talk
I think you should know
The green eyes
You're the one that
I wanted to find
Anyone who
Tried to deny you
Must be out of their mind
'Cause I came here with a load
And it feels so much lighter
Since I've met you
And honey you should know
That I could never go home
Without you
Green eyes
Green eyes ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Honey you are a rock
Upon which I stand...

Honey you are a rock
Upon which I stand
And I come here to talk
I hope you understand
The green eyes
Yeah the spotlight
Shines upon you
How could
Anybody
Deny you?
I came here with a load
And it feels so much lighter
Now I've met you
And honey you should know
That I could never go on
Without you
Green eyes
Honey you are the sea
Upon which I float
And I came here to talk
I think you should know
The green eyes
You're the one that
I wanted to find
Anyone who
Tried to deny you
Must be out of their mind
'Cause I came here with a load
And it feels so much lighter
Since I've met you
And honey you should know
That I could never go home
Without you
Green eyes
Green eyes ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Honey you are a rock
Upon which I stand...

Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004
Sexo em Japonês


Vixe
- Raniere, esse aqui é o Carlos.
- Muito prazer.
- O prazer é meu.
- blá blá blá
- blá blá blá
.
.
.
- Gente vou indo nessa.
- Já Carlos?
- Já. Moro longe. Tenho que sair log.
- Onde você mora?
- Lá no "Vixe".
- Vixe?!
- É. Lá no Conjunto Palmeiras.
- Vixe!!!
- Raniere, esse aqui é o Carlos.
- Muito prazer.
- O prazer é meu.
- blá blá blá
- blá blá blá
.
.
.
- Gente vou indo nessa.
- Já Carlos?
- Já. Moro longe. Tenho que sair log.
- Onde você mora?
- Lá no "Vixe".
- Vixe?!
- É. Lá no Conjunto Palmeiras.
- Vixe!!!
Atendimento
Disque 1 para saber seu saldo, 2 para mudança dos seus dados, 3 para ouvir novamente essa mensagem, aperte o botão vermelho para auto-destruí-lo caso você esteja de saco cheio.
Existem poucas situaçõeses em que a paciência de um ser humano é posto a prova como em tele-atendimento de uma operadora de cartão de crédito. É uma via crucis ao som de uma voz automatizada e alguma musiquinha de fundo que dá pânico em qualquer indivíduo, pricipalmente se você não tem uma hora disponível para ouvir um robô falando.
Depois de algum tempo você consegue, quase chorando, falar com um dos atendentes. Aí vem aquela pessoa com voz de locutor de rádio AM falar no seu ouvido:
- Desculpe, mas não posso lhe ajudar. Vou chamar meu superior. Aguarde um minuto.
Educação não é nada quando se faz a força e sem vontade de oferecer ao cliente o que ele merece, um servi?o bem feito. Eles deviam em esculhambar a gente, chamar de chato, mala...mas resolver o nosso problema. Isso economizaria nosso tempo e as despesas deles. Mas para quê ajudar se a gente pode dificular?! Depois de saber que o nosso problema não vai ser solucionado em tempo recorde (30 minutos), você pode esperar mais uns dez minutos (ouvindo a música de celular) por um superior que possa resolver o que o atendente não resolveu.
Ele levará alguns segundo para analisar o seu caso. Aliás, falar com um supervisor de cartão de crédito é como falar com Deus. Você tem que venerá-lo para conseguir o que quer e mesmo assim ainda pode ser punido com a perda do cartão ou o nome no SPC. Depois dessa maratona você ouve:
- Agradecemos a sua ligação.
Na realidade, não se enganem, eles queria dizer:
- Tu é muito chato, vai pagar suas contas direito e não enche pô!
Disque 1 para saber seu saldo, 2 para mudança dos seus dados, 3 para ouvir novamente essa mensagem, aperte o botão vermelho para auto-destruí-lo caso você esteja de saco cheio.
Existem poucas situaçõeses em que a paciência de um ser humano é posto a prova como em tele-atendimento de uma operadora de cartão de crédito. É uma via crucis ao som de uma voz automatizada e alguma musiquinha de fundo que dá pânico em qualquer indivíduo, pricipalmente se você não tem uma hora disponível para ouvir um robô falando.
Depois de algum tempo você consegue, quase chorando, falar com um dos atendentes. Aí vem aquela pessoa com voz de locutor de rádio AM falar no seu ouvido:
- Desculpe, mas não posso lhe ajudar. Vou chamar meu superior. Aguarde um minuto.
Educação não é nada quando se faz a força e sem vontade de oferecer ao cliente o que ele merece, um servi?o bem feito. Eles deviam em esculhambar a gente, chamar de chato, mala...mas resolver o nosso problema. Isso economizaria nosso tempo e as despesas deles. Mas para quê ajudar se a gente pode dificular?! Depois de saber que o nosso problema não vai ser solucionado em tempo recorde (30 minutos), você pode esperar mais uns dez minutos (ouvindo a música de celular) por um superior que possa resolver o que o atendente não resolveu.
Ele levará alguns segundo para analisar o seu caso. Aliás, falar com um supervisor de cartão de crédito é como falar com Deus. Você tem que venerá-lo para conseguir o que quer e mesmo assim ainda pode ser punido com a perda do cartão ou o nome no SPC. Depois dessa maratona você ouve:
- Agradecemos a sua ligação.
Na realidade, não se enganem, eles queria dizer:
- Tu é muito chato, vai pagar suas contas direito e não enche pô!
Música do Dia - Na Nossa Casa
Quando anoiteceu
Nenhuma luz na nossa casa se acendeu
Aonde você estava?
Aonde estava eu?
Se tudo parecia nada, ainda assim
O nada era mais do que o que você deixou
No fim
Quando aconteceu
Quando algo em que a gente acreditava
Se perdeu
Por onde você andava?
Por que não me socorreu?
Não é o fim do mundo
É só o fim de tudo que fomos nós
Sem flutuar e sem tocar o fundo sempre sós

Quando anoiteceu
Nenhuma luz na nossa casa se acendeu
Aonde você estava?
Aonde estava eu?
Se tudo parecia nada, ainda assim
O nada era mais do que o que você deixou
No fim
Quando aconteceu
Quando algo em que a gente acreditava
Se perdeu
Por onde você andava?
Por que não me socorreu?
Não é o fim do mundo
É só o fim de tudo que fomos nós
Sem flutuar e sem tocar o fundo sempre sós
